domingo, 11 de outubro de 2009

Ruínas

Nas ruínas de minh’alma

há de existir estórias.

Por detrás dessas cores desbotadas,

a glória ;

de não ser mais igual.

Decido retornar à essência,

sentir os sabores,

perceber as dádivas;

os amores.

Tornar-me humano

e cada vez mais humano

pois sou carne,

sou osso;

E este meu pranto,

não justifica o todo.

4 comentários:

  1. Olá Thiago! Passei para te desejar uma ótima semana e dizer é um belo poema. Pequeno na estrutura, porém gigante na profundidade.

    Abraços,

    Furtado.

    ResponderExcluir
  2. ótimo poema, mostra bem o que você sente no fundo...
    Espero que continue escrevendo
    Abraço

    ResponderExcluir
  3. Natal...
    É o mês de confraternização Agradecimento pela vida
    Bênçãos ao filho de DEUS
    União, amor, reflexão!

    Que o bom velhinho traga um saco cheinho de paz,
    harmonia, fraternidade
    Que o gesto de ternura se estenda de várias mãos
    Que ao som dos sinos
    O amor exploda em toda direção!

    FELIZ NATAL!
    UM ANO NOVO DE FÉ E SUCESSO!

    ResponderExcluir
  4. Não escreva, descreva a alma do poeta que vive em você!!parabéns, tô seguindo!!

    ResponderExcluir