Nas ruínas de minh’alma
há de existir estórias.
Por detrás dessas cores desbotadas,
a glória ;
de não ser mais igual.
Decido retornar à essência,
sentir os sabores,
perceber as dádivas;
os amores.
Tornar-me humano
e cada vez mais humano
pois sou carne,
sou osso;
E este meu pranto,
não justifica o todo.




Olá Thiago! Passei para te desejar uma ótima semana e dizer é um belo poema. Pequeno na estrutura, porém gigante na profundidade.
ResponderExcluirAbraços,
Furtado.
ótimo poema, mostra bem o que você sente no fundo...
ResponderExcluirEspero que continue escrevendo
Abraço
Natal...
ResponderExcluirÉ o mês de confraternização Agradecimento pela vida
Bênçãos ao filho de DEUS
União, amor, reflexão!
Que o bom velhinho traga um saco cheinho de paz,
harmonia, fraternidade
Que o gesto de ternura se estenda de várias mãos
Que ao som dos sinos
O amor exploda em toda direção!
FELIZ NATAL!
UM ANO NOVO DE FÉ E SUCESSO!
Não escreva, descreva a alma do poeta que vive em você!!parabéns, tô seguindo!!
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