Declaro a despedida
Sinto-me livre
Livre, assim estou
para alçar novos vôos;
junto a minha liberdade já despida
das barreiras egocêntricas
das verdades,
das suas mentiras
nos despedimos,
partimos desta
para voar...voar
e ao meu modo lembrar
tudo que foi bom
os momentos,
nossa estória,
nosso prazer em amar.
segunda-feira, 5 de abril de 2010
domingo, 28 de fevereiro de 2010
Nostálgica
Em tempos de festa,
carrego em mim a sina
da lembrança.
Memórias que não passam,
Transpassam o limite do traço,
Perpassam minha vitória
como se evitasse meu louvor.
Difícil adaptação,
mais difícil o clamor
em ser ouvido.
Vivo no que posso viver
Choro o que posso chorar
e quando posso,
minha prisão não é palpável,
é do meu corpo,
que já não segue mais meus passos.
carrego em mim a sina
da lembrança.
Memórias que não passam,
Transpassam o limite do traço,
Perpassam minha vitória
como se evitasse meu louvor.
Difícil adaptação,
mais difícil o clamor
em ser ouvido.
Vivo no que posso viver
Choro o que posso chorar
e quando posso,
minha prisão não é palpável,
é do meu corpo,
que já não segue mais meus passos.
domingo, 7 de fevereiro de 2010
Doutrina
A penumbra esconde as cores,
os brilhos mais intensos,
as dores.
Febrículosa sensação,
esquenta a noite que se aproxima.
A lua evoca, ensina
os sentimentos de uma vida
logo se apodera do meu ser
Com voracidade
Domina-me, com uma substância tão ativa,
a liberdade, o prazer,
que você doutrina.
os brilhos mais intensos,
as dores.
Febrículosa sensação,
esquenta a noite que se aproxima.
A lua evoca, ensina
os sentimentos de uma vida
logo se apodera do meu ser
Com voracidade
Domina-me, com uma substância tão ativa,
a liberdade, o prazer,
que você doutrina.
domingo, 11 de outubro de 2009
Ruínas
Nas ruínas de minh’alma
há de existir estórias.
Por detrás dessas cores desbotadas,
a glória ;
de não ser mais igual.
Decido retornar à essência,
sentir os sabores,
perceber as dádivas;
os amores.
Tornar-me humano
e cada vez mais humano
pois sou carne,
sou osso;
E este meu pranto,
não justifica o todo.
terça-feira, 15 de setembro de 2009
Vertigem
Em um escuro espaço,
encontro-me.
Descubro.
O que a névoa branca antes cobria.
Sombria fumaça,
teu corpo escondia.
Tuas escarpas, montanhas,
Curvas... sinuosas.
Fascinam.
Vertigens,
me trazem de volta
aos dias sonhados.
Entrelaçados,
com teu cheiro...
representam minha alegria.
encontro-me.
Descubro.
O que a névoa branca antes cobria.
Sombria fumaça,
teu corpo escondia.
Tuas escarpas, montanhas,
Curvas... sinuosas.
Fascinam.
Vertigens,
me trazem de volta
aos dias sonhados.
Entrelaçados,
com teu cheiro...
representam minha alegria.
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
Ao partir
Por vezes,
julguei me incapaz.
Ao contemplar meu vazio;
meu destino perdido,
por onde seguir.
Por vezes,
me perguntei.
Como alcançar,
aquelas virtudes;
nesse oceano de lágrimas.
Pensar que a vitória,
fosse apenas mérito dos fortes;
pois então sou forte.
já que não vivo em mágoas.
Meu mundo se restaura,
nas idas e vindas,
nas partidas,
dessa jornada.
julguei me incapaz.
Ao contemplar meu vazio;
meu destino perdido,
por onde seguir.
Por vezes,
me perguntei.
Como alcançar,
aquelas virtudes;
nesse oceano de lágrimas.
Pensar que a vitória,
fosse apenas mérito dos fortes;
pois então sou forte.
já que não vivo em mágoas.
Meu mundo se restaura,
nas idas e vindas,
nas partidas,
dessa jornada.
sábado, 4 de julho de 2009
Visão dos anjos
Numa dimensão,
Bem distante,
Meu lamento foi ouvido;
Refletido,
Num brilho extremo,
Na imensidão desse espaço.
Paira no ar,
Um sentimento novo.
Visão dos anjos.
Prestes a se revelar
Como num sonho
Concreto, vivo ;
Teu sorriso.
Volta a me libertar.
Bem distante,
Meu lamento foi ouvido;
Refletido,
Num brilho extremo,
Na imensidão desse espaço.
Paira no ar,
Um sentimento novo.
Visão dos anjos.
Prestes a se revelar
Como num sonho
Concreto, vivo ;
Teu sorriso.
Volta a me libertar.
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